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quarta-feira, 2 de março de 2011

Série "Obras de Uma História"

MUTIRÃO CAFEEIRO

Pontos importantes da obra de Araguaya Feitosa Martins

  • Arregimentação entrou para legislação brasileira em janeiro de 1903.
  • As terras brasileiras embora repletas de pedras preciosas, que eram extraídas e transferidas para Inglaterra, continou pobre enquanto não surgiu em seus solos ricos os verdes cafezais.
  • As primeiras plantas de café chegaram ao Brasil em 1714, vindas da Guina Francesa, no Pará, percorre Amazonas, Maranhão, Pernambuco...
  • No começo usaram muito os chamados comissários de café, muitos se tornaram banqueiros. Tais especulações entorno do comércio do café, fez com que o poeta Saulo Ramos contasse uma história, segundo a qual: "Quanto mais perto do pé de café, mais fome e mais pobre se é".
  • O IBC - Instituto Brasileiro do Café, criado em 22/12/1952, decreto assinado por Getúlio Vargas, Horácio Lafe e João Cleofas.
  • Cafés de baixa qualidade, só havia um destino, a venda ao governo, no valor que mal pagava a custa da colheita.
  • Na época a pratica da venda de café com impurezas era muito usada. Segundo cálculos elaborados pelo cafeicultor Olavo Ferraz em 1955, uma safra de 15 milhões de sacas, as impurezas ia além de meio milhão de sacas.
  • O grande líder, Tomás alberto Whately, presente na maioria das histórias das formações das grandes cooperativas, a Cooperativa de Cafeicultores de Ribeirão Preto, a Cooperativa Regional de Mogiana, a Cooperativa Central dos Cafeicultores da Região da mogiana e a Federação Brasileira das Cooperativas de Café. Este livro é À Memória de Tomás Alberto Whately.
  • As interferências no mercado de café começaram em nosso pais com o convênio de Taubaté 1906. Regulamento de embarque surgiu em 1924.
  • Paraná deu inicio a sua presença nos convênios cafeeiros em 1928 - 29, avolumou a superprodução que tornou-se insuportável.
  • Criado o Conselho nacional de Café em 16/05/1931.
  • Fogueira de 78 milhões de sacas, causado por problemas no escoamento cronológico. Presidente vargas e Ministro da fazenda Sr. José Maria Whitaker, subscreveram o decreto nº 19.688 de 11/02/31, onde os males da retenção, acarretava na queima dos excedentes represados.
  • A safra de 1959-60, no porto de Santos, Paranaguá e Rio, atingiu a 740.801 sacas no período de 01/0759 a 30/06/60, ano comercial do café. A Cooperativa de Cafeicultores Paranaenses atingiu a marca de 145.935 sacas.
  • Em 15 de janeiro de 1960 tem um acontecimento da maior relevância para o movimento cooperativa brasileira, de modo particular, para o desenvolvimento da cafeicultura no estado de Minas, a fundação da federação das cooperativas do Estado Minas Gerais, pioneira no cooperativismo basileiro, pois foi a primeira sociedade estadual de 2º grau nessa categoria, sigla - FECOCAM.
  • Nesse perído negar que o Brasil, em todas as suas manifestações de progresso, sempre dependeu do café é um grave erro.
  • Todos os dados e resultados positivos, trouxe a tona preocupações em relação: Deter surto expansionista, ataque de pragas, cafezais improdutivos, produção de café de alta qualidade, ampliar o merdo interno com produtos com maior qualidade, ditar período de acessão de no mínimo de 1 a 2 anos...
  • Vantagens de arregimentação: Controle da qualidade por zona de produção, preparo mais econõmico dos cafés, criação de um nercado certo para nosso café, maior receita na venda dos cafés, redução senssível das despesas, economia de impostos, conhecimento perfeito do lavrador sobre o regime de comercialização, moralização da comercialização do café brasileiro, fim das esqueculações no comércio de café do Brasil...

Ler o livro "Mutirão Cafeeiro" é uma ótima experiência, conhecer um pouco da grande história da planta e bebida que conquistou o Brasil.

MUTIRÃO CAFEEIRO
MARTINS, ARAGUAYA FEITOSA
Capa de Itajany
São Paulo - 1961

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